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O QUE NOS APRISIONA NOS FAZ SOFRER

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  O QUE NOS APRISIONA NOS FAZ SOFRER   Por Ana Maria Louzada Era uma vez... Poesias, Contos e Crônicas   Coração apertado Aprisionado! Angustiado? É preciso saber... Conhecer Envolver Do modo Que deve ser   Dor no peito Desalento! Sofrimento? É preciso conhecer Saber Viver Do jeito Que deve ser   Tristeza nos olhos? Assim não! É preciso libertação O que nos aprisiona Nos faz sofrer Questiona, Saiba mais Sobre você! Emociona É assim Que deve ser   O que nos aprisiona Nos faz sofrer Queira-se bem É bom se conhecer Saber envolver Da maneira Que deve ser   O que não pode É se aprisionar É sofrer. . ASSISTA AO VÍDEO INSCREVA-SE NO CANAL CURTA OS NOSSOS VÍDEOS COMPARTILHE EM SUAS REDES SOCIAIS ACIONE O SININHO E RECEBA NOTIFICAÇÕES DE NOVOS VÍDEOS

O QUE HÁ EM MIM É SOBRETUDO CANSAÇO- Fernando Pessoa

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  O QUE HÁ EM MIM É SOBRETUDO CANSAÇO Fernando Pessoa   Não disto nem daquilo, Nem sequer de tudo ou de nada: Cansaço assim mesmo, ele mesmo, Cansaço.   A subtileza das sensações inúteis, As paixões violentas por coisa nenhuma, Os amores intensos por o suposto em alguém, Essas coisas todas Essas e o que falta nelas eternamente;   Tudo isso faz um cansaço, Este cansaço, Cansaço.   Há sem dúvida quem ame o infinito, Há sem dúvida quem deseje o impossível, Há sem dúvida quem não queira nada Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles: Porque eu amo infinitamente o finito, Porque eu desejo impossivelmente o possível, Porque quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser, Ou até se não puder ser...   E o resultado? Para eles a vida vivida ou sonhada, Para eles o sonho sonhado ou vivido, Para eles a média entre tudo e nada, isto é, isto...   Para mim só um grande, um profundo, E, ah com que felicida...

Eu do livro não me livro

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Eu do livro Não me livro E, nem quero Me livrar. Se do livro Eu me livro  Como livre Vou ficar? (Silas Fonseca, in: Alma & Coração)

POEMA DO AMIGO APRENDIZ DE FERNANDO PESSOA

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ASSISTA AO VÍDEO Quero ser o teu amigo. Nem demais e nem de menos. Nem tão longe e nem tão perto. Na medida mais precisa que eu puder. Mas amar-te sem medida e ficar na tua vida, Da maneira mais discreta que eu souber. Sem tirar-te a liberdade, sem jamais te sufocar. Sem forçar tua vontade. Sem falar, quando for hora de calar. E sem calar, quando for hora de falar. Nem ausente, nem presente por demais. Simplesmente, calmamente, ser-te paz. É bonito ser amigo, mas confesso é tão difícil aprender! E por isso eu te suplico paciência. Vou encher este teu rosto de lembranças, Dá-me tempo, de acertar nossas distâncias… Fernando Pessoa CLIQUE AQUI!

GENTILEZA E PAZ DE DIVALDO PEREIRA FRANCO

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À medida que a criatura humana vem desenvolvendo as suas nobres funções intelecto-morais, libera-se dos instintos agressivos e adquire valores que engrandecem a vida, dando-lhe sentido e significado. Periodicamente, porém, surgem momentos difíceis no crescimento histórico da sociedade, quando nuvens escuras geram situações lamentáveis de incompreensões e disputas, nas quais o ego predomina, facultando que as paixões inferiores apenas adormecidas assomem e agridem-se os indivíduos, uns aos outros. Estamos vivendo um desses períodos sombrios, no qual prevalecem a insensatez e o ódio, com incidentes de conduta primitiva que deveria estar superada. Questões sociopsicológicas necessitadas de orientação e equilíbrio dividem as criaturas e atiram-nas, furibundas, em batalhas de anarquia, destruição e crimes de todo porte. Conquistas grandiosas do pensamento que foram logradas em milênios de sacrifícios, quando idealistas fizeram-se mártires em benefício do mundo melhor, são desprezadas e verg...

Renova-te de Cecília Meirelles

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Renasce em ti mesmo. Multiplica os teus olhos, para verem mais. Multiplica-se os teus braços para semeares tudo. Destrói os olhos que tiverem visto. Cria outros, para as visões novas. Destrói os braços que tiverem semeado, Para se esquecerem de colher. Sê sempre o mesmo. Sempre outro. Mas sempre alto. Sempre longe. E dentro de tudo.

A Coragem – Olavo Bilac

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  A Coragem – Olavo Bilac Não sejas nunca medroso! Fraco embora, tem coragem! Para fazer a viagem Da vida, sem hesitar, É preciso, de alma forte, Sem ostentar valentia, Dominar a covardia, Para o perigo enfrentar. O medo é próprio do pérfido, Do pecador, do malvado: Quem não se entrega ao pecado Não receia a punição. Não tem medo quem caminha Com a consciência tranquila, Quem o inimigo aniquila Com a força da razão! Não abuses da bravura; Não afrontes o inimigo; Não procures o perigo; Prega o amor! e prega a paz! Mas, se isso for impossível, Não fujas! cai batalhando! E, se morreres lutando, Morre! feliz morrerás