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A MENINA E O POTE AMARELO

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A MENINA E O POTE AMARELO Amarelo é o pote O pote que agora é da menina O pote amarelo Virou pote de brincar Virou de ponta cabeça Na cabeça da menina É onde ele foi parar No mundo de faz de conta Na cabeça da menina O pote amarelo Vira o que ela quiser Desponta Apronta Vira pote “vira-vira” Vira chapéu da menina "maluquinha" Vira pote “sobe e desce” Vira chapéu de brincadeirinha Vira vida de criança Onde reina simplicidade Sabor de esperança Pura criatividade Delicadeza Confiança Lindeza Conheço essa menina... Conheço esse pote! Saudades! Por Ana Maria Louzada

Hoje comemoramos o dia das mães!

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DIA FELIZ! QUERIDA MAMÃE... Ana Maria Louzada Hoje comemoramos o dia das mães! Um dia que representa todos os dias. Um dia que representa todas as mães. Hoje comemoramos o dia das mães! Mães que se alegram... Pela vida vivida  como mãe. Vida de mãe que promove vidas. A vida de mais uma vida! Hoje comemoramos o dia das mães! Mães que choram pela vida que já se foi. Vida que por aqui passou. Com o propósito de torná-la mãe. Hoje é o dia das mães! Mães que cuidam e que educam. Mães adotivas que acolhem as vidas. E como mães... Amam incondicionalmente. Sublime missão! Hoje é o dia das mães! Das mães, que não se encontram mais em nosso meio. Das mães, que hoje não têm seus filhos em seu convívio. Das mães, que por algum motivo foram abandonadas. Das mães, que por outros motivos abandonaram suas crianças. Hoje comemoramos o dia das mães! Mães lutadoras e trabalhadoras. Mães professoras! Que ensinam aos filhos e às filh...

POESIA É ASSIM MESMO!

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POESIA pra mim É encantamento da alma Acalma É reflexão importante Desconcertante É aprendizagem tamanha Artimanha É palavra mágica Clássica É sentimento de alforria Sabedoria  Poesia é assim mesmo! Serenidade Saudade Profundidade Generosidade Liberdade Por Ana Maria Louzada

PARA RELAXAR E APRECIAR A SIMPLICIDADE DAS FLORES E A EXUBERÂNCIA DAS SU...

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Para relaxar e apreciar a beleza das flores. Por Ana Maria Louzada Dedico esse vídeo à Ester... Nossa Lindeza!  As flores são assim... Belas Simples Misteriosas Exuberantes Delicadas Singelas Nobres Fortes As flores exigem de nós... Amor Atenção Respeito Manutenção Consciência Dedicação Conceito Afeição

VIVA INTENSAMENTE... HOJE, É A HORA!

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Por Ana Maria Louzada O que mais temos ouvido? EspirrAR! Cuidado... TossIR... Não pode? EngolIR... O quêêê?! InsistIR em ir. Pense bem! Preste ATENÇÃO... FicAR Serv IR CuidAR  IncluIR É a melhor SOLUÇÃO! É possível sonh ar ! Vi ver  pra VER Entre ter  e TER Escre ver  pra VER de novo Reflet ir e depois   IR Fic ar  e renovar o AR Reflitamos... Sem queix ar Só vale a m ar, an im ar e c olabor ar Tem dor? Tem! Tem medo? Também tem... Tem fé? Tem sim. Tem amor? Claro que tem! Tem solidariedade? Com certeza tem... Então, temos o básico pra continuar... Nos unamos, porque tudo vai passar. Mas, se lá depois dessa experiência Continuarmos os mesmos Será necessário recomeçar Por isso, PARE AGORA! Aprenda que é preciso:.. Am AR puramente, com a mente pura... AR renovado Sorr IR simplesmente, com a mente simples... IR ao encontro do “eu” Vi VER verdadeiramente, com a mente ve...

TEMPERANDO O TEMPO

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Foto Reprodução Por Clarice Barcelos Tempo... Qual o tempo de cada coisa? Tempo de agir, de trabalhar, de reunir, de conversar, de exercitar, de produzir... Tempo que, muitas vezes, não dá tempo de pensar. Agora que o tempo "sobra"... Qual o tempo que nos voltamos pra valorizar o nosso próprio tempo? Quem sabe... Fazermos desse tempo, tempo de amar, de pensar coletivamente, de buscar novos objetivos, de fazer planos, de dar risadas... Temperando a vida com o melhor de todo o tempo?

RESENHA: Morte e Vida Severina

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João Cabral de Melo Neto | 09 de Janeiro de 1920 - 09 de Outubro de 1999 (79 anos) Autor: João Cabral de Melo Neto Movimento: Modernismo - Geração de 45 Por Fernando Marcílio Mestre em Teoria Literária pela Unicamp   Na abertura da peça, o retirante Severino se apresenta à plateia e se dispõe a narrar sua trajetória. Sai do sertão nordestino em direção ao litoral, em busca da vida que escasseava em sua terra.  Ao longo do caminho, mantém uma série de encontros com tipos nordestinos. Logo de saída encontra os irmãos das almas, lavradores encarregados de conduzir a um cemitério distante o corpo de um colega, assassinado a mando de latifundiários.  Aos poucos, assiste à seca do rio Capiberibe, que Severino segue em sua viagem ao litoral. Passa por um lugarejo e ouve uma cantoria vinda de uma casa. Trata-se do canto de excelências, isto é, fúnebre, em honra a outro Severino morto. Com a morte definitiva do rio, Severino pensa em desistir de sua v...